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	<title>Quevedo &#187; Cultura</title>
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		<title>Japão, o país que todos deveriam descobrir</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 12:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez na minha vida visitei o Japão. Não fui numa viagem de férias, como teria desejado. Na verdade, tratou-se de uma viagem de negócios, uma vez que estamos determinados a encontrar distribuição para os nossos vinhos no país do sol nascente. As expectativas eram altas em relação a esta viagem. Esperava encontrar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/04/photo.jpg"><img class="alignleft  wp-image-2958" title="photo" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/04/photo-1024x764.jpg" alt="" width="540" height="403" /></a>Pela primeira vez na minha vida visitei o Japão. Não fui numa viagem de férias, como teria desejado. Na verdade, tratou-se de uma viagem de negócios, uma vez que estamos determinados a encontrar distribuição para os nossos vinhos no país do sol nascente. As expectativas eram altas em relação a esta viagem. Esperava encontrar uma cultura única, uma nova sociedade e uma maneira diferente de pensar. E, sem surpresas, o Japão não frustrou as minhas expectativas. Esta foi uma das mais ricas, interessantes e inesquecíveis experiências que já tive, e só visitei Tóquio, a capital.</p>
<p>Não é apenas a comida, a língua ou as casas, mas são as pessoas, a maneira como pensam e se comportam. É difícil descrever. Li alguma informação sobre a cultura japonesa antes de chegar, mas não há nada que possa realmente transmitir o que se sente quando se chega lá. É a maneira como dizem olá ou adeus, a maneira como falam e conduzem ou a tradição da vénia. Os japoneses são tremendamente educados, respeitosos e concentrados e sempre se asseguram que o convidado se está a sentir bem. As ruas estão sempre perfeitamente limpas e as pessoas caminham de maneira ordenada e expectável.</p>
<p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/04/photo1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2959" title="photo(1)" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/04/photo1-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Ainda que aquilo que vá dizer possa não ser válido para a geração mais nova, os japoneses têm sempre como prioridade o bem-estar do grupo em vez do individual. Trabalham para alcançar um determinado objectivo para a empresa ou para o país, sempre colocando os interesses individuais acima dos pessoais. Isto talvez possa ser explicado pelas consequências da II Guerra Mundial, da qual o Japão saiu derrotado. Para ultrapassar a destruição em que ficou o país os japoneses uniram esforços e trabalharam juntos na reconstrução do país. Todos foram necessários nesta gigantesca tarefa e o trabalho duro no interesse do grupo sempre vinha por cima. E na verdade resultou miraculosamente bem, já que no início deste século o Japão era a segunda maior economia do mundo, depois dos EUA. Foi recentemente ultrapassada pela China, mas isso é tema para outro artigo.</p>
<p>Instalar-se num <a title="Ryokan - hospedaria tradicional japonesa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ryokan">ryokan</a>, a tradicional residencial japonesa, talvez seja uma boa maneira de ajudar a perceber melhor a cultura japonesa. O quarto talvez seja pequeno e o chão um pouco duro, mas os banhos públicos ou o delicioso pequeno almoço são coisas que não se esquecem. Quero volta, em breve!</p>
<p>Oscar</p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Enhanced by Zemanta" href="http://www.zemanta.com/"><img class="zemanta-pixie-img" style="float: right;" src="http://img.zemanta.com/zemified_e.png?x-id=e6e4d368-59dc-473c-ab7b-d9e6bb9d21b8" alt="Enhanced by Zemanta" /></a></div>
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		<title>Contrução da barragem do Tua in the Douro valley</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 21:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/03/6965238885_3352d57029_z.jpg"><img class="alignleft  wp-image-2894" title="Tua dam under construction" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/03/6965238885_3352d57029_z.jpg" alt="" width="512" height="382" /></a>O ser humano sempre utilizou a natureza para benefício pessoal. Durante muitos anos o rio Douro foi utilizado para o transporte de Vinho do Porto, desde o Alto Douro vinhateiro até Vila Nova de Gaia, cidade a partir da qual o Vinho do Porto era posteriormente exportado. O barco utilizado para o transporte, como certamente estará recordado, era o rabelo. Com a chegada do caminho de ferro numa primeira fase, e mais tarde das estradas pavimentadas, o barco rabelo deixou de ser utilizado no transporte de vinho para passar a ser usado para fins turísticos. Houve uma outra coisa que o homem criou e que alterou a paisagem do vale Douro bem como toda a trajetória do rio até à foz, no oceano Atlântico. Apesar de terem tornado a viagem mais segura, reduzindo o risco de afundamento dos barcos, estas construções criaram igualmente barreiras de cimento para os peixes, para a água mas também para os barcos. Certamente que já se apercebeu que estamos a falar das cinco barragens construídas há mais de três décadas, três das quais estão em pleno Alto Douro vinhateiro.</p>
<p>Para além de domesticar o rio, as barragens têm como principal função gerar energia. Muita energia que faz a região desenvolver-se, reduzindo a dependência portuguesa de fontes de energia importadas. Mas, ao mesmo tempo, as barragens alteraram a paisagem para sempre. Eu ainda não era nascido quando as barragens foram construídas, mas imagino o Douro como um grande ribeiro, como o podemos ver nos dias de hoje numa das melhor regiões vinícolas de Espanha, a Ribera del Duero.</p>
<p>Depois da primeira fase de construção de barragens, mais projetos estão a ser planeados ou construídos no vale do Douro. Há um projeto para o rio Côa que submergiria a grande maioria das pinturas rupestres da área bem como uma considerável extensão de vinhas, oliveiras e amendoeiras, incluindo a Quinta de Ervamoira, propriedade da <a title="A. Ramos Pinto" href="http://www.ramospinto.pt/default.aspx">A. Ramos Pinto</a>. Uma outra barragem, esta já em construção, deverá começar a produzir energia em 2014. A <a title="EDP" href="http://www.edp.pt/en/Pages/homepage.aspx">EDP</a>, a virtual monopolista na produção e distribuição de energia em Portugal, está, uma vez mais, por trás do projeto, tal como há 36 anos.</p>
<p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/03/6819149996_5a59c8b8d2_z.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2899" title="View of the Douro river from the future Tua dam" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/03/6819149996_5a59c8b8d2_z-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Há organizações contra o projeto, defendendo que o Douro <a title="Património Mundial Unesco" href="http://www.unesco.pt/cgi-bin/cultura/temas/cul_tema.php?t=14">Património da Humanidade pela UNESCO</a> está a ser modificado com esta massa de betão. Honestamente, também a mim não me agrada ver mais uma barragem no vale do Douro, mas a verdade é que vai trazer desenvolvimento para uma área que precisa de investimento e que está a perder população a cada ano que passa. Desejo que com a barragem os turistas venham até às margens do rio e que restaurantes e hotéis sejam também vistos por lá. Os trabalhos de construção decorrem com rapidez, como mostra a fotografia acima, já que nada pode parar o desejo do homem de aproveitar o que a natureza oferece.</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Life on the Douro no Douro Film Harvest</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 22:00:32 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FpBbmM7bVF4 " /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/FpBbmM7bVF4 "></embed></object></p>
<p>A edição de 2011 do <a title="Douro Film Harvest" href="http://www.dourofilmharvest.com/pt/">Douro Film Harvest</a>, que começa hoje dia 5 de Setembro, é o festival escolhido por Zev Robinson para apresentar o seu mais recente documentário, já várias vezes aqui referido, <a title="Life on the Douro" href="http://lifeonthedouro.com">Life on the Douro</a>. O Zev começou as filmagens há mais de um ano, filme que naquela altura teria uma abordagem diferente. O premiere do Life on the Douro está marcado para o dia 6 de Setembro no <a title="Palácio de Vidago" href="http://www.vidagopalace.com/pt/">Palácio de Vidago</a>. Se estiver por parte sugiro que não perca esta oportunidade. Vai sem dúvida ser um grande evento. Eu estarei por lá e se tiver alguma dúvida já sabe onde chamar!</p>
<p>Pode já encomendar o seu DVD, com envio incluído, até 13 de Setembro em <a href="http://www.indiegogo.com/LifeontheDouro">http://www.indiegogo.com/LifeontheDouro</a></p>
<p>Por agora veja o último trailer que o Zev publicou há umas semanas.</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Tokaji Aszú e Tokaji Essencia &#8211; porque vale a pena visitar a Hungria</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 12:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ifWtBwOWUAg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ifWtBwOWUAg"></embed></object></p>
<p><a title="Tokaj" href="http://www.tokaji.com/index.html">Tokaj</a> é o nome da primeira região demarcada do mundo, localizada no nordeste do território que actualmente compõem a Hungria. A região dá o seu nome ao vinho, Tokaji, que juntamente com o Vinho do Porto, representam dois dos mais conhecidos vinhos no mundo. Apesar de haver também Tokaji seco, o Tokaji doce, conhecido como Aszú, é o que realmente dá prestígio à região, de acordo com a lenda, feito pela primeira vez em 1630. O Aszú é feito com uvas que desenvolveram <a title="Podridao nobre Botrytis cinerea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Botrytis_cinerea">podridão nobre ou <em>Botrytis cinere</em>a</a>, as quais são seleccionadas bago a bago na vinha e, dependendo do nível de açúcar residual do vinho, é classificado de 3 <em><a title="Puttonyos" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Puttonyos">puttonyos</a></em> (mínimo de 60 gramas de açúcar residual) até 6 <em>puttonyos</em> (mínimo de 150 gramas de açúcar residual). Quando o nível de açúcar residual excede os 180 gramas então estamos perante um Aszú Essencia, o melhor dos Tokaji, depois do puro Essencia.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6mEl6fEcM70" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/6mEl6fEcM70"></embed></object></p>
<p>Assim, o topo dos vinhos Tokaji é o Essencia. Podemos dizer que o  Essencia é o equivalente ao Porto Vintage no Tokaj uma vez que é apenas  feito em anos especiais devido às condições climatéricas, e produzido em  pequenas quantidades. O Essencia é feito a partir de uvas utilizadas  para fazer o Aszú. Mas antes de começarem a fermentar para o Aszú, são  deixadas num depósito durante um ou dois dias. Os bagos não são  esmagados ou prensados, levando a que um líquido muito concentrado  resulte do gotear por gravidade do líquido dos bagos. O líquido que se  recolhe no fundo do depósito chama-se Essencia. Só para complicar mais  um bocadinho, tecnicamente o Essencia não é um vinho, uma vez que não  tem álcool. Num ambiente tão doce, que pode ir de 400 a 900 gramas de  açúcar residual, as leveduras não conseguem fermentar o açúcar.</p>
<p>Mas  vamos dar voz aos especialistas no campo. O primeiro vídeo é da Sarolta  Bárdos, do produtor Tokaj Nobilise e vai explicar como se faz o Tokaji  Aszú. O segundo vídeo é do Attila Domokos, do produtor <a title="Dobogó" href="http://www.zwackborok.hu/sitecore/content/Modules/Ecommerce/Products/Tokaj/Dobogo.aspx/">Dobogó</a> e fala  sobre o Essencia. Tenho a certeza que os vídeos não conseguem  representar aquilo que foi a minha experiência nesta fantástica região.  Mas talvez aguce o apetite para uma visita vossa à Hungria.</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Porto 20 Anos de Villar d&#8217;Allen, o reinício de uma família com uma longa tradição</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 01:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já aqui falei sobre uma das mais interessantes descobertas na história do Vinho do Porto nos últimos anos. Estou a falar de Villar d&#8217;Allen, uma família com um passado fascinante e de grande respeito como produtores e comerciantes de Vinho do Porto. Felizmente para os amantes e coleccionadores deste néctar, a família Allen está de volta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img class="alignleft" style="border: 0px initial initial;" src="http://farm6.static.flickr.com/5092/5393146075_ba2c610eab.jpg" border="0" alt="DSC_6753" width="200" height="300" />Já aqui falei sobre uma das mais interessantes descobertas na história do Vinho do Porto nos últimos anos. Estou a falar de <a title="Villar d'Allen" href="http://villardallenwines.com/pt/">Villar d&#8217;Allen</a>, uma família com um passado fascinante e de grande respeito como produtores e comerciantes de Vinho do Porto. Felizmente para os amantes e coleccionadores deste néctar, a família Allen está de volta ao negócio.</p>
<div>Há uns meses atrás os Allen desafiaram-nos para fazermos um lote especial de um Porto 20 anos. Como podem imaginar, foi um trabalho duro mas agradável. Provámos muitas pipas da nossa adega, outras que estão em casa dos meus pais.  Experimentámos ainda garrafas muito velhas de Vinho do Porto da adega dos Allen (algumas deliciosas) para procurar melhor compreender o estilo e características dos vinhos da família. Também foram prestadas visitas recíprocas.<a class="tt-flickr tt-flickr tt-flickr-Small" title="DSC_5097 - Version 2" href="http://farm6.static.flickr.com/5177/5393746076_c93518fd55.jpg"><img class="alignright" style="border: 0pt none;" src="http://farm6.static.flickr.com/5177/5393746076_c93518fd55_m.jpg" border="0" alt="DSC_5097 - Version 2" width="160" height="240" /></a></div>
<p>O passo mais importante culminou na apresentação de um lote ao José Alberto e ao Tomás Allen, pai e filho, tendo sido bem recebido por ambos e engarrafado no final de 2010. Apenas foram feitas 500 garrafas deste Porto de 20 Anos, cujos Allen apresentaram aos seus familiares e amigos na sua propriedade, sita no Freixo, Porto.</p>
<div><a class="tt-flickr tt-flickr tt-flickr-Small" title="DSC_6736" href="http://farm6.static.flickr.com/5254/5393742936_86c8ec52b6.jpg"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" src="http://farm6.static.flickr.com/5254/5393742936_86c8ec52b6_m.jpg" border="0" alt="DSC_6736" width="161" height="240" /></a> Depois destes meses de trabalho e dedicação a este projecto, sinto-me mais relaxado e tremendamente feliz e orgulhoso por termos feito este vinho para esta família simpática. Veja o <a title="Villar d'Allen" href="http://villardallenwines.com/pt/">blog de Villar d&#8217;Allen</a> e se vier até ao Porto ou já cá estiver, procure ir visitá-los, vai gostar de ver este museu familiar desconhecido.</div>
<p>Oscar</p>
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		<title>Os Durienses dizem, e acreditam&#8230;</title>
		<link>http://quevedoportwine.com/pt/culture/people-from-the-douro-say-and-believe/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 18:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há umas semanas atrás a mihã irmã, Cláudia, deparou-se com alguns textos antigos sobre o Douro. Acho que vale a pena partilhar estes excertos. &#8220;Os Durienses dizem, e acreditam, que têm as melhores couves de Portugal, o melhor vinho do mundo, pão como já ninguém faz, fumeiro como nunca ninguém fez. É a vida deles, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><div><img src="http://farm5.static.flickr.com/4083/5174644057_31c190639f.jpg" border="0" alt="Quinta Senhora Rosário" width="500" height="375" /></div>
<div>Há umas semanas atrás a mihã irmã, Cláudia, deparou-se com alguns textos antigos sobre o Douro. Acho que vale a pena partilhar estes excertos.<strong> </strong></div>
<p><strong>&#8220;Os  Durienses dizem, e acreditam, que têm as melhores couves de Portugal, o  melhor vinho do mundo, pão como já ninguém faz, fumeiro como nunca  ninguém fez. É a vida deles, não havia de ser a melhor! Quanto mais não  seja para esconder a pobreza.&#8221;</strong></p>
<div>Um retrato do Douro</div>
<div><a title="António Barreto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Miguel_Morais_Barreto">António Barreto</a></div>
<div>1984<strong><em> </em></strong></div>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>“E (o Douro) é, no mapa da pequenez que nos coube, a única evidência incomensurável com que podemos assombrar o Mundo&#8221;.</em></strong></p>
<div><a title="Miguel Torga" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Torga">Miguel Torga</a></div></p>
<div class="shr-publisher-2009"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Orgulhoso de ser local</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 12:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uns dias atrás tive uma prova de Vinhos do Porto e Douro no The Square &#38; Compasses (Esquadro &#38; Compasso), um pub localizado em Fuller Street, Fairstead, Essex, Inglaterra. Fuller Street é uma pequena aldeia, com menos de 50 habitantes, onde todos os habitantes se conhecem e onde a vida é relaxada e agradável. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4148/5174746394_7e7239ae65.jpg" border="0" alt="The Square &amp; Compasses" width="500" height="375" /></p>
<p>Há uns dias atrás tive uma prova de Vinhos do Porto e Douro no <a title="The Square &amp; Compasses" href="http://www.thesquareandcompasses.co.uk">The  Square &amp; Compasses</a> (Esquadro &amp; Compasso), um pub localizado em  Fuller Street, Fairstead, <a title="Essex" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Essex">Essex</a>, Inglaterra. Fuller Street é uma pequena  aldeia, com menos de 50 habitantes, onde todos os habitantes se  conhecem e onde a vida é relaxada e agradável. A aldeia é muito velha,  sendo o pub de 1652. Este é de facto o pub mais simpático que conheço, tendo  sido votado melhor Food Pub do Ano em 2010-2011 na região de Chelmsford e  Mid-Essex.</p>
<p>Victor Roome é o dono do pub e organizou um delicioso jantar para que 60  pessoas tivessem oportunidade de provar três Vinhos do Porto Quevedo e Oscar&#8217;s  2008, o nosso Douro tinto. Se a origem das bebidas era portuguesa, a  origem da comida era naturalmente local, com especial destaque para a  carne de caça da reserva da aldeia. Pombo, perdiz e faisão são os  principais pássaros que ali habitam.</p>
<p>Mas v<a class="tt-flickr tt-flickr tt-flickr-Small" title="Victor Roome owner of The Square and Compasses" href="http://farm5.static.flickr.com/4103/5174146355_79d86923ab.jpg"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" src="http://farm5.static.flickr.com/4103/5174146355_79d86923ab_m.jpg" border="0" alt="Victor Roome owner of The Square and Compasses" width="240" height="180" /></a>amos a um ponto que gostava de comentar convosco. No menu,  especialmente elaborado para esta prova, havia uma frase que me chamou à  atenção: &#8220;Orgulhoso de ser local&#8221;. O que é que significa, pensei eu  para mim. Talvez queira dizer que o The Square &amp; Compasses gosta de  estar inserido numa pequena comunidade, no campo, onde os habitantes são  como família e toda a gente está disponível para dar uma mão quando  necessário. Significa que o Victor confia na comunidade local para  sobreviver, enquanto que a comunidade encontra no pub o lugar de  encontro para uma cerveja ao fim do dia ou para um jantar quando não  apetece cozinhar em casa.</p>
<p>Sinto-me local também. Pertenço ao Douro, mais concretamente à vila de  S. João da Pesqueira. Mas apesar de termos uma linda paisagem, estamos  privados de muitas outras coisas. Por exemplo, não temos a oferta  cultural que outras cidades portuguesas têm como o Porto ou Lisboa. Mas  quando nos apetecer podemos semp<a class="tt-flickr tt-flickr tt-flickr-Small" title="Pequeno-almoço no The Square and Compasses" href="http://farm5.static.flickr.com/4086/5174144677_2e8f23440d.jpg"><img class="alignright" style="border: 0pt none;" src="http://farm5.static.flickr.com/4086/5174144677_2e8f23440d_m.jpg" border="0" alt="Pequeno-almoço no The Square and Compasses" width="240" height="180" /></a>re ir aos centros urbanos à procura  daquilo que precisamos. É provavelmente o que fazem as gentes de Fuller  Street quando querem alguma coisa de Londres, que está a 1h30m de  distância.</p>
<p>Numa época em que mais e mais pessoas migram para as cidades, não nos  podemos esquecer de ajudar as comunidades locais a sobreviver.  Precisamos de apoiar os pequenos negócios já que eles são bem  necessários para os habitantes das pequena comunidades. Caso contrário,  quando for às zonas rurais, no campo, não haverá ninguém para lhe sorrir.  E eu tenho a certeza que se o visitasse, não esqueceria o pequeno  almoço no The Square &amp; Compasses!!</p>
<p>Oscar</p>
<div class="shr-publisher-1999"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Prensa de uvas de 1630 destaca-se no Palácio de Esterházy na Áustria</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 22:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante a EWBC &#8211; Conferência Europeia de Wine Bloggers em Viena, Áustria, visitámos o Museu Esterházy. Uma das peças mais impressionantes que vi foi uma prensa de uvas de 1630. Tem cerca de 5 metros de comprimento, toda em madeira, e com um pequeno compartimento para esmagar o mosto. Veja o vídeo e vai perceber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/v6Ws1IEbrik" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v6Ws1IEbrik" /></object></p>
<p>Durante a <a title="European Wine Bloggers Conference EWBC" href="http://winebloggersconference.org/europe/">EWBC &#8211; Conferência Europeia de Wine Bloggers</a> em Viena,  Áustria, visitámos o <a title="Esterházy Museum" href="http://en.wikipedia.org/wiki/House_of_Esterh%C3%A1zy">Museu Esterházy</a>. Uma das peças mais impressionantes  que vi foi uma prensa de uvas de 1630. Tem cerca de 5 metros de  comprimento, toda em madeira, e com um pequeno compartimento para  esmagar o mosto. Veja o vídeo e vai perceber melhor o que estou a dizer.</p>
<p>Oscar</p>
<div class="shr-publisher-1984"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Prova do Porto 1827 Villar d&#8217;Allen: as origens da Quinta do Noval</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 22:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao contrário do que os meus amigos pensam, o meu trabalho nem sempre é fácil. Trabalho a um ritmo elevado durante todo o ano, mas a vindima é, de longe, a época mais complicada. As horas de sono quase desaparecem, e no final da vindima, peso menos três ou quatro quilos que ao princípio. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a title="27 Opening a 200 year old Port bottle by albertinatorres, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/albertinatorres/4888380448/"><img src="http://farm5.static.flickr.com/4123/4888380448_23530c8830.jpg" alt="27 Opening a 200 year old Port bottle" width="500" height="375" /></a><br />
Ao contrário do que os meus amigos pensam, o meu trabalho nem sempre é  fácil. Trabalho a um ritmo elevado durante todo o ano, mas a vindima é, de longe, a  época mais complicada. As horas de sono quase desaparecem, e no  final da vindima, peso menos três ou quatro quilos que ao princípio. É  difícil de evitar, mas não tenho dúvida que adoro aquilo que faço. E às  vezes sou bem recompensado. Um desses prémios  veio no estado líquido, vindo de uma família com uma longa história no  mundo do Vinho do Porto. Poucos terão ouvido falar de <a title="Villar d'Allen" href="http://www.villardallen.com">Villar d&#8217;Allen</a>,  mas se mencionar a quinta que a família detinha no século XIX, todos  reconhecerão imediatamente: <a title="Quinta do Noval" href="http://www.quintadonoval.com/index_en.html">Quinta do Noval</a>.</p>
<p>O meu amigo Ryan Opaz, da <a title="Catavino" href="http://catavino.net/">Catavino</a>, é já um velho amigo da família Allen  e fez-me a apresentação formal há uns meses atrás. Tendo conhecido os  Allen na propriedade da família, no Porto, fiquei impressionado pelo  longo e rico passado. Protegido por velhos muros, a propriedade deles  guarda uma quantidade impressionante de histórias antigas não só da  família, mas também do Douro e do Vinho do Porto. Qualquer apaixonado ou  historiador do vinho ficaria comovido ao visitar Villar d&#8217;Allen e  ouvir as histórias dos seus antepassados pelo voz do José Alberto.</p>
<p>Há umas semanas atrás, tive a honra de receber um convite para jantar lá  casa. Passeando pela sala de estar ou pelos corredores, senti como  se estivesse a viajar no tempo, uns 200 anos para trás. Era como  conviver com uma antiga família britânica dedicada ao Vinho do Porto.  Depois,  surgiu a oportunidade de visitar a cave, e, honestamente, não pude  acreditar no que estava a ver. Uma fantástica colecção de garrafas muito   velhas de Vinho do Porto e de outros vinhos estava como que escondida  nas entranhas da casa. Algumas datavam do início do século XIX. Todas de  pé. Nenhuma das velhas relíquias tinha o prazer de envelhecer deitada. E  porquê? Porque a família crê que o Vinho do Porto envelhece melhor se  não estiver em contacto com a rolha.</p>
<p>E para terminar a noite, o José Alberto foi buscar uma garrafa de 1827  da Quinta do Noval. Quando cheguei pela primeira vez o cálice ao nariz,  com as mãos a tremer, senti como se estivesse a beber história. Este era  um legado vivo de uma família com um memorável passado, e que  oxalá, possa continuar com a tradição familiar, de engarrafar e  comercializar Vinho do Porto no futuro. Se visitar o Porto, vá até à  Casa de Villar d&#8217;Allen. Asseguro-lhe que não se arrependerá! <a title="Fotos Villar d'Allen" href="http://www.flickr.com/photos/albertinatorres/4888380018/in/set-72157624592052901/lightbox/">Mais fotos de</a><a title="Photos Villar d'Allen" href="http://www.flickr.com/photos/albertinatorres/4888380018/in/set-72157624592052901/lightbox/"> Villar d&#8217;Allen.</a></p>
<p>Oscar</p>
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		<title>A vida no Douro &#8211; um documentário de Zev Robinson</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 08:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembra-se de falarmos aqui sobre o ducumentario que o Zev Robinson está  a fazer sobre a nossa vida no Douro? Depois de uma segunda visita a Portugal, no final de Julho, durante o qual o Zev gravou mais material, está agora disponível um novo trailer, o qual pode ver em cima. O Zev vai voltar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/5SjhATsAiXY" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5SjhATsAiXY" /></object></p>
<p>Lembra-se de falarmos aqui sobre o ducumentario que o<a title="A vida no Douro - Zev Robinson" href="http://quevedoportwine.com/pt/people/presenting-a-documentary-about-quevedo-in-new-yorkapresentacao-de-documentario-sobre-a-quevedo-em-nova-iorque/"> Zev Robinson está   a fazer sobre a nossa vida no Douro</a>? Depois de uma segunda visita a  Portugal, no final de Julho, durante o qual o <a title="Zev Robinson" href="http://zevrobinson.com/">Zev</a> gravou mais material,  está agora disponível um novo trailer, o qual pode ver em cima.</p>
<p>O Zev vai voltar ao Douro durante duas semanas no final de Setembro para  gravar a vindima. Vai também visitar outros produtores para ficar com  uma ideia mais clara de como é a vida no Douro. Fique sintonizado porque  no início de 2011 vai publicar a versao final deste vídeo. E pelo que  tenho visto até agora, este talentoso realizador nao vai desiludir  ninguém!</p>
<p>Oscar</p>
<div class="shr-publisher-1902"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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