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	<title>Quevedo &#187; Geral</title>
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		<title>Vindima no Douro pela Monique de Jager</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 18:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oscar Nota do Editor: O artigo que encontra em baixo foi escrito por uma amiga holandesa, Monique de Jager, que passou uma semana connosco durante a vindima de 2011. Desafiei-a a partilhar a sua experiência e aqui fica o relato. Se arriscar uma visita ao Douro em Setembro avise-nos. Oscar  Vindimas no Douro -  fantástico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Eugene-e-Monique-2-2011.jpg"><img class="wp-image-2788 alignleft" title="Eugene and Monique in the tractor" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Eugene-e-Monique-2-2011-1024x768.jpg" alt="" width="540" height="406" /></a><strong><em>Oscar Nota do Editor: O artigo que encontra em baixo foi escrito por uma amiga holandesa, Monique de Jager, que passou uma semana connosco durante a vindima de 2011. Desafiei-a a partilhar a sua experiência e aqui fica o relato. Se arriscar uma visita ao Douro em Setembro avise-nos. Oscar</em></strong></p>
<h3> Vindimas no Douro -  fantástico mas duro periodo do ano para todas as adegas. O Eugène e eu (Monique) estivemos lá em Setembro de 2011</h3>
<p>O meu irmão tem sido um apaixonado por Vinho do Porto nos últimos 3 anos. No ano passado ele conheceu o Oscar na Holanda, durante uma prova em Nieuwegein. O Oscar convidou o Eugène para vir à adega ajudar na vindima. Foi então que o <strong></strong>Eugène começou a fazer os planos para a viagem ao Douro e quase um ano depois e a poucas semanas antes de partir para Portugal convidou-me. Tive que organizar a minha vinda com o meu marido (Ronald), filhos (Jelle e Sietse) e também no trabalho. Tudo acabou em bem! Eu fui a sortuda que teve a oportunidade de ir para o Douro com o meu irmão Eugène. Depois de um dia completo de trabalho no hospital &#8211; onde sou enfermeira &#8211; ao fim do dia deixámos Amesterdão num avião com destino ao Porto, chegando a tempo de levantar o nosso Clio no rent-a-car do aeroporto. Depois de uma curta noite no Hotel Ibis fomos fazer umas provas de Vinhos do Porto muito bons: Tawnies velhos e Porto Vintage. Escrevo tudo em maiúsculas pelo respeito que tenho pelo Vinho do Porto e pelo Douro.</p>
<p>Começámos a nossa viagem para a adega Quevedo em S. João da Pesqueira; o destino final na viagem ao Douro. Depois de duas horas e meia a conduzir, eram 18h quando chegámos à adega. Encontrámo-nos com o Oscar (junior) e Cláudia, irmã dele. Foi uma recepção calorosa de boas-vindas. O Oscar mostrou-nos a adega em linhas gerais e deu-nos a provar um Vinho do Porto. Apercebemo-nos que era um período de muita  agitação. A vindima é a parte mais intensiva do ano. E ainda assim, a família estava amigável e aberta a receber-nos, sempre com tempo para mostrar as etapas da adega e os movimentos das uvas. Conhecemos também os pais do Oscar e da Claúdia. Fomos até convidados para jantar na quinta-feira da semana que por lá passámos. Foi muito agradável conhecer o Sr. e a Sra. Quevedo. Ficamos a conhecer bem esta família trabalhadora. Um dos amigos que conhecemos no encontro de fim-de-semana falou-nos do Oscar. Depois de acabar o curso na universidade, o Oscar trabalhou na banca. Mas depois mudou a carreira quando o avô morreu. O Oscar quis ajudar na adega e começou a trabalhar na empresa da família. Ele, o Oscar, mudou as coisas de um modo positivo. Encontrou o trabalho da vida dele. Passou a ser mais feliz do que nunca. A meio da tarde o Oscar trouxe-nos para a casa em Valongo dos Azeites. Foi fantástico ver uma casa tão elegante num ambiente tão bonito. Ficamos surpreendidos. A casa pertence à família. Tinha sido acabada de recuperar, podíamos ainda sentir o cheiro a tinta.</p>
<p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Eugene-e-Monique-3-2011.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2791" title="Eugene e Monique 3 2011" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Eugene-e-Monique-3-2011-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>No dia seguinte tivemos de estar na adega às 7h. Foi-nos dado um par de tesouras para apanhar as uvas. E era tudo, era essa a ferramenta que precisávamos, e também um chapéu para o sol e as vestimentas certas o trabalho. Tivemos de trabalhar em lugares rochosos e inclinados. É um trabalho onde se faz muito exercício. É como ir ao ginásio e trabalhar os músculos. Bem, lá seguimos nós com o nosso Clio para a casa dos pais do Oscar. Durante o caminho ainda vimos um lindo amanhecer. Aí conhecemos o pai do Oscar, o Sr. Quevedo, Oscar Quevedo. Com o seu jipe e outro pessoal da Roménia e Bulgária fomos para a vinha. Era um lugar rochoso, apertado e com caminhos sinuosos. Gostámos muito da vista. Ao princípio, cerca das 7.30, estava fresco nos valados mais altos. Mas depois, quando o sol subiu e os raios começaram a fazer o seu trabalho, tornou-se, de um momento para o outro muito quente.</p>
<p>Foi um grande momento quando apanhámos as primeiras uvas. Era aquilo que tínhamos vindo. Apanhar uvas, a vindima na Quevedo. Deu-nos energia extra. Foi também muito interessante trabalhar com pessoas estrangeiras. O objectivo deles era bem diferente do nosso. Dois mundos separados. Fez-me pensar nas diferenças no mundo também. Temos muita sorte no estilo de vida que temos aqui na Holanda e na maneira como pudemos visitar Portugal do modo que o fizemos.</p>
<p>A parte mais engraçada é que quando o Eugène começou a cortar o primeiro cacho de uvas, cortou o dedo, começando a sangrar. Parecia mas não era líquido das uvas, era sangue de verdade. Envolvi o dedo dele numa compressa artesanal e teve de contentar-se com isso porque ninguém levava pensos rápidos. Durante a tarde aconteceu-me a mim… Por sorte foi a última vez que nos cortámos porque à tarde decidimos comprar luvas de jardinagem numa loja em S. João da Pesqueira. Gostei tanto das luvas e das tesouras que comprei uns pares para trazer para a Holanda, para os meus amigos e para mim. Às 9.30 fizemos uma pausa de meia-hora. Os Oscares pai e filho levaram-nos até à vila onde nos serviram uma chávena de café e pastelaria deliciosa. Portugal é famoso pela sua pastelaria! Pude agora confirmar que é verdade! De regresso à vinha começámos a segunda parte do dia a apanhar uvas. Quando uma parcela terminou, o Oscar levou-nos para outro lado da quinta; era realmente montanhoso; de vez em quando um buraco. De repente ficamos presos e o jipe quase se virou. Por sorte uns homens fortes e valentes voltaram a meter o carro em quatro rodas.</p>
<p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Eugene-e-Monique-5-2011.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2792" title="Eugène at Graham's lodge" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Eugene-e-Monique-5-2011-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Entre as 13h &#8211; 14h almoçámos e depois do almoço fizemos uma grande sesta no cimo da quinta. Entre as 14h &#8211; 17h fizemos a última etapa de vindima do dia. Quando terminámos às 17h, era hora dos vindimadores irem para casa descansar e preparar-se para o próximo dia, mas para a família Quevedo era diferente; a parte mais importante do trabalho estava a começar sem sinais de hora para terminar. Até durante a noite havia que controlar a fermentação para finalmente se fazer autêntico Vinho do Porto e Douro.</p>
<p>As mais fantásticas coisas serão feitas aqui, na adega pela Cláudia. Claro que não haveria Vinho do Porto sem o trabalho conjunto do Oscar júnior e sénior. E sempre sem esquecer a mãe que sem se ver organiza as coisas na família.</p>
<p>Agora dizemos obrigado pelo maravilhoso tempo que passámos convosco, pela vossa hospitalidade e simpatia. Adorámos apanhar uvas e ainda mais beber o Vinho do Porto. Na Holanda o Porto Quevedo está à distância de um pequeno passeio de nossa casa. Assim, estamos sempre próximos do Porto Quevedo e podemos manter a memória fresca desta fantástica experiência que passámos com a família Quevedo no Douro.</p>
<p>Monique de Jager</p>
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		<title>Atlas do Vinho de Oz Clarke &#8211; a minha prenda de Natal</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 12:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Natal já lá vai, mas vamos voltar às prendas que ele nos trouxe, não este ano mas há uns dois anos atrás quando recebi o Atlas do Vinho de Oz Clarke. Ainda que tenha sido a minha prenda preferida desse Natal, deixei-a muitos meses no meio de tantos outros livros. Na semana passada, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Wine-Atlas2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2778" title="Wine Atlas Oz Clark" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2012/01/Wine-Atlas2.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a>O Natal já lá vai, mas vamos voltar às prendas que ele nos trouxe, não este ano mas há uns dois anos atrás quando recebi o <a title="Atlas do Vinho de Oz Clarke" href="http://www.ozclarke.com/?p=294">Atlas do Vinho de Oz Clarke</a>. Ainda que tenha sido a minha prenda preferida desse Natal, deixei-a muitos meses no meio de tantos outros livros. Na semana passada, sem nenhuma razão que o justificasse, decidi resgatá-lo do pó da estante e folheá-lo.</p>
<p>Sempre aprendemos alguma coisa com a leitura de um livro ou de uma revista, ou mesmo do catálogo do supermercado. Os livros que mais prazer nos dão são aqueles que nos agarram durante horas, que nos levam para longe e não nos deixam voltar. O Atlas do Vinho de Oz Clarke é um desses. Antes de começar a ler, pensei que fosse animado mas ligeiro e um pouco simples. Estava totalmente enganado. O Atlas do Vinho é na verdade muito completo e detalhado. O Douro é referido várias vezes pelo clima, solo ou paisagem e sempre com muita precisão. É um grande guia para principiantes e para conhecedores mais avançados. Recomendo verdadeiramente. Desligue a televisão mais cedo e não tenha medo de o abrir. Vale bem a pena o seu tempo e os seus amigos vão agradecer da próxima vez que lhes ensinar mais alguns detalhes numa prova de vinhos.</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Os meus 12 desejos climáticos para 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 17:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1. 2012 deveria começar com um nevão de 5cm em Janeiro para pintar tudo de branco 2. um Fevereiro muito frio para ajudar os vinhos a limpar 3. um mês de Março com muito sol para que as amendoeiras em flor fiquem ainda mais bonitas 4. em Abril águas mil, e assim teremos reservas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" src="http://farm8.staticflickr.com/7162/6606331067_bee6837df9_b.jpg" border="0" alt="Pink sky in Barcelona" width="553" height="413" />1. 2012 deveria começar com um nevão de 5cm em <strong>Janeiro</strong> para pintar tudo de branco</p>
<p>2. um <strong>Fevereiro</strong> muito frio para ajudar os vinhos a limpar</p>
<p>3. um mês de <strong>Março</strong> com muito sol para que as amendoeiras em flor fiquem ainda mais bonitas</p>
<p>4. em <strong>Abril</strong> águas mil, e assim teremos reservas de água no solo para fazer face ao calor de Verão</p>
<p>5. <strong>Maio</strong> ameno e seco, sem as doenças que nos afectaram em 2011</p>
<p>6. pelo menos um dia limpo e quente em <strong>Junho</strong>, para que dia 24, no dia de S. João, no Porto, a regata de rabelos no Douro navegue bem</p>
<p>7. <strong>Julho</strong> quente e seco, onde quer que eu vá de férias</p>
<p>8. dois dias de chuva em <strong>Agosto</strong> para reidratar as videiras</p>
<p>9. uma vindima feliz só se consegue com um <strong>Setembro</strong> ameno e seco</p>
<p>10. nevoeiro e frio em <strong>Outubro</strong> ajudam as azeitonas a acabar de amadurecer</p>
<p>11. <strong>Novembro</strong> que comece soalheiro fazendo jus a São Martinho</p>
<p>12. qualquer coisa para <strong>Dezembro</strong> está bem, desde que nos sintamos felizes pelos 11 meses que passaram</p>
<p>Oscar</p>
<div class="shr-publisher-2749"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>A população do Douro é mais rica devido ao Vinho do Porto?</title>
		<link>http://quevedoportwine.com/pt/general/is-port-wine-making-the-population-of-the-douro-richer/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 12:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A actual situação económica global, com uma grave crise internacional e a situação regional, com uma redução da produção de Vinho do Porto associada às dificuldades que muitos viticultores estão a enfrentar, fez-me reflectir sobre o impacto que a produção de Vinho do Porto tem para a população do Douro. Consegue o Vinho do Porto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://farm7.static.flickr.com/6101/6328949228_2e95d71a5f.jpg" border="0" alt="Sunrise in the Douro valley" width="500" height="374" /></p>
<p>A actual situação económica global, com uma grave crise internacional e a  situação regional, com uma redução da produção de Vinho do Porto  associada às dificuldades que muitos viticultores estão a enfrentar,  fez-me reflectir sobre o impacto que a produção de Vinho do Porto tem  para a população do Douro. Consegue o Vinho do Porto realmente melhorar  as condições de vida dos habitante do Douro, quando comparado com  aqueles que vivem nas áreas à volta do Douro, mas fora dele? Ou seja, vale a pena, para a população do Douro, produzir uvas e fazer  Vinho do Porto, ou estariam melhor se se dedicassem a outra coisa?</p>
<p>Para obter dados que pudessem ajudar a responder a esta  questão fui ao site do <a title="INE Instituto Nacional de Estatística" href="http://www.ine.pt/">INE &#8211; Instituto Nacional de estatística</a>. Procurei  pelo <em>poder de compra per capita</em> por concelho. Fiz dois grupos:  concelhos maioritariamente dentro do vale do Douro e outro combinando  concelhos fora ou praticamente fora do Douro, mas limítrofes. Excluí as  maiores cidades, dentro e fora, cujo tecido económico seja  maioritariamente baseado no sector dos serviços, como é o caso de Vila  Real, Lamego, Chaves ou Bragança. Os últimos dados disponíveis são de  2007, o que é mais que suficiente para o que necessitamos. Estes são os  valores:</p>
<p><strong>Concelhos pertencentes ao Douro</strong></p>
<p>Peso da Régua    <strong>76,68</strong></p>
<p>Mesão Frio    <strong>55,93</strong></p>
<p>São João da Pesqueira    <strong>55,05</strong></p>
<p>Torre de Moncorvo    <strong>54,31</strong></p>
<p>Vila Nova de Foz Côa    <strong>54,01</strong></p>
<p>Freixo de Espada à Cinta    <strong>53,52</strong></p>
<p>Sabrosa    <strong>52,30</strong></p>
<p>Murça    <strong>52,23</strong></p>
<p>Alijó    <strong>51,26</strong></p>
<p>Vila Flor    <strong>50,70</strong></p>
<p>Armamar    <strong>49,83</strong></p>
<p>Santa Marta de Penaguião    <strong>49,74</strong></p>
<p>Mêda    <strong>49,19</strong></p>
<p>Tabuaço    <strong>47,75</strong></p>
<p>Carrazeda de Ansiães    <strong>47,64</strong></p>
<p><strong>Média     54,25</strong></p>
<p><strong>Concelhos fora do Douro</strong></p>
<p>Almeida    <strong>72,90</strong></p>
<p>Miranda do Douro    <strong>63,09</strong></p>
<p>Tarouca    <strong>59,06</strong></p>
<p>Celorico da Beira    <strong>55,72</strong></p>
<p>Alfândega da Fé    <strong>55,40</strong></p>
<p>Figueira de Castelo Rodrigo    <strong>54,80</strong></p>
<p>Moimenta da Beira    <strong>54,03</strong></p>
<p>Mogadouro    <strong>53,85</strong></p>
<p>Vila Pouca de Aguiar    <strong>52,46</strong></p>
<p>Castro Daire    <strong>52,23</strong></p>
<p>Vimioso    <strong>51,15</strong></p>
<p>Boticas    <strong>48,74</strong></p>
<p>Resende    <strong>47,95</strong></p>
<p>Penedono    <strong>47,71</strong></p>
<p>Sernancelhe    <strong>46,95</strong></p>
<p><strong>Média     54,40</strong></p>
<p>Surpreendentemente, não há diferença entre a média do <em>poder de compra per capita </em> por concelho, em % do total do país, para os dois grupos. Em média, o  poder de compra da população do Douro é de 54% da média do país e para  os que vivem em concelhos limítrofes ao Douro o <em>poder de compra per  capita</em> apresenta também um valor de 54%. São valores frustrantes,  significando que a indústria do Vinho do Porto conseguiu tornar o Vinho  do Porto o produto mais famoso de Portugal mas falhou no que toca a  melhorar as condições de vida relativas da população onde ele é  produzido.</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Vindima 2011 &#8211; primeira metade já está colhida</title>
		<link>http://quevedoportwine.com/pt/general/harvest-2011-half-of-the-grapes-harvested/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 21:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda semana de vindimas está a terminar e as temperaturas persistem altas. Demasiado altas para aquilo que queríamos. O Verão está a terminar mas ainda está muito calor no Douro. As altas temperaturas tornam a nossa vida mais difícil quer na vinha quer na adega. Na vinha os vindimadores não são tão produtivos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://farm5.static.flickr.com/4144/5055175002_0df9df9dbd.jpg" border="0" alt="Tinta Roriz vine" width="500" height="375" /></p>
<div>A segunda semana de vindimas está a terminar e as temperaturas persistem altas. Demasiado altas para aquilo que queríamos. O Verão está a terminar mas ainda está muito calor no Douro. As altas temperaturas tornam a nossa vida mais difícil quer na vinha quer na adega. Na vinha os vindimadores não são tão produtivos como em períodos mais frescos. Na adega gastamos mais energia para controlar a velocidade da fermentação com o intuito de reduzir a temperatura das cubas, de modo a abrandar o ritmo a que as leveduras se multiplicam, mantendo assim mais frescura aromática.</div>
<p>Terminámos este fim-de-semana a vindima na terceira quinta ao nível do rio. Depois das Mós e Alegria, é agora hora de vindimar a Quinta Vale d&#8217;Agodinho. Por agora a produção está mais baixa do que nos anos anteriores, ou seja, em linha com a redução do <a title="Benefício Vinho do Porto" href="http://quevedoportwine.com/pt/vineyards/how-the-port-wine-beneficio-system-works/">benefício</a> de cerca de 25% para 2011. Não foi devido à chuva que caiu há duas semanas que os níveis de açúcar das uvas diminuiu. Na verdade, estamos a atingir valores muito superiores ao ano anterior, o que significa que vamos utilizar menos aguardente para fortificar os mostos (uma vez que mais açúcar das uvas vai ser fermentado e transformado em álcohol).</p>
<p>Alguns dos nossos leitores têm perguntado o que esperar do ano de 2011. Não faço ideia&#8230; boas cores mas nada de muito intenso; bons aromas mas não excessivamente exuberantes; complexos mas não poderosos. Podemos dizer que temos mostos equilibrados mas que precisam de tempo para se mostrar. E tempo é coisa que nós temos, em quantidade!</p>
<p>Oscar</p>
<div class="shr-publisher-2651"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Uma palavra ao mês de Maio</title>
		<link>http://quevedoportwine.com/pt/general/a-word-to-the-month-of-may/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 10:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[finland latvia brazil port wine expovinis]]></category>

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		<description><![CDATA[Maio trouxe-nos boas notícias. Maio, o mês das fortes chuvas e tempestades no Douro, que em alguns anos destroem a colheita, foi, este ano, um mês de bonança. E porquê? Porque começámos a distribuir os nossos Vinhos do Porto em 3 novos mercados: Finlândia, Letónia e Brasil. Brasil tinha sido considerado por nós como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Maio trouxe-nos boas notícias. Maio, o mês das fortes chuvas e  tempestades no Douro, que em alguns anos destroem a colheita, foi, este  ano, um mês de bonança. E porquê? Porque começámos a distribuir os  nossos Vinhos do Porto em 3 novos mercados: Finlândia, Letónia e Brasil.  Brasil tinha sido considerado por nós como a grade prioridade para  2011, uma vez que estávamos realmente motivados para encontrar um bom  distribuidor para este mercado. Não posso dizer que não estivéssemos à  espera deste resultado, uma vez que tínhamos feito alguns investimentos  neste sentido, tendo participado na feira Expovinis, em São Paulo no  passado mês de Abril. Esta foi de facto uma visita importante para  conhecer o mercado e eventuais importadores para os nossos vinhos.</p>
<p>Por  outro lado temos a Finlândia e Letónia onde, honestamente, não  estávamos à espera de encontrar distribuição tão rapidamente. No passado  tínhamos feito alguns contactos na Finlândia, mas nada realmente  consistente que nos pudesse assegurar que íamos encontrar um cliente. E  depois a Letónia. &#8220;O quê, mesmo? Vocês querem realmente os nossos  vinhos?&#8221; Foi a minha pergunta no calor da novidade! Estou curioso para  ver como evoluem as vendas neste mercado, uma vez que a Letónia  representa menos de 0.1% das vendas totais de Vinho do Porto. Mas o que é  facto é que os vinhos já lá estão e quem vive nestes países já pode  saborear os nossos néctares!</p>
<p>Quando encontramos o parceiro certo  apercebemo-nos que todo o árduo trabalho, as viagens de um sitio para  outro, emails enviados, mensagens recebidas, valeram cada minuto do  nossos tempo. E sinto que cumprimos uma missão! Mas o ano ainda não  acabou e outras tarefas há para cumprir, nomeadamente pintar a casa da Quinta Vale d&#8217;Agodinho!</p>
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		<title>Impressão a 3D no sector dos vinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 23:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já ouviu falar de impressoras 3D? A única revista que leio todas as semanas, The Economist, fez recentemente um artigo que quero partilhar convosco e o qual sugiro que leia aqui, Impressão a 3D. Como é que funciona? Imagine uma máquina semelhante em tamanho à impressora que tem em sua casa ou no escritório que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2011/05/The-Economist-Stradivarius1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2501" title="retirada da The Economist - violino construído numa impressora 3D" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2011/05/The-Economist-Stradivarius1.jpg" alt="retirada da The Economist - violino construído numa impressora 3D" width="334" height="187" /></a>Já ouviu falar de impressoras 3D? A única revista que leio todas as  semanas, The Economist, fez recentemente um artigo que quero partilhar  convosco e o qual sugiro que leia aqui, <a title="Impressao a 3D na The Economist" href="http://www.economist.com/node/18114327">Impressão a 3D</a>.</p>
<p>Como é que funciona? Imagine uma máquina semelhante em tamanho à  impressora que tem em sua casa ou no escritório que pode fazer pequenos  objectos tão diversos como sapatilhas ou anéis, ou uma um pouco maior que faz estruturas para bicicletas, painéis para  carros, partes de aviões ou violinos. Esta máquina já existe. Primeiro o  que tem que fazer é desenhar uma maquete no computador e depois  carregar em imprimir. E a máquina vai gradualmente construindo o  objecto. Está já a ser utilizada no meio académico e em certas  indústrias, tal como o computador o era nos anos 70 do século passado. O  preço é já mais baixo que o preço de uma impressora laser em 1985. Com  o avanço tecnológico e descida dos preços, veremos cada vez mais  pessoas a construírem os seus objectos em casa com impressoras 3D.</p>
<p>Estava a pensar em que medida é que esta nova tecnologia poderia  afectar o mundo dos vinhos. Em termos de produção de uva, a impressora  3D não poderá certamente (talvez me venha a arrepender de usar esta  palavra) construir um bago com diversas vitaminas, minerais e outros  elementos. Mas talvez a impressora 3D possa no futuro fabricar garrafas,  caixas ou depósitos em aço inoxidável em adegas.</p>
<p>E como irá afectar a sua vida?</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Brasil, o novo destino dos vinhos Quevedo</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 14:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aqueles que leram um artigo que escrevi sobre os nossos objectivos para 2011, talvez se recordem que uma das missões que temos é a de encontrar um importador para os nossos vinhos no Brasil. Desde a altura em que escrevi essas palavras, em Novembro passado, já tivemos alguns contactos com importadores, mas nada de muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://farm6.static.flickr.com/5030/5653904082_0ef866e227.jpg" border="0" alt="Flight to São Paulo my first time in Brazil" width="500" height="375" />Aqueles que leram um artigo que escrevi sobre os nossos objectivos para  2011, talvez se recordem que uma das missões que temos é a de encontrar  um <a title="Importador vinhos Brasil" href="http://quevedoportwine.com/pt/general/port-wine-sales-are-growing-in-2010-while-quevedo-opens-to-new-markets/">importador para os nossos vinhos no Brasil</a>. Desde a altura em que  escrevi essas palavras, em Novembro passado, já tivemos alguns contactos  com importadores, mas nada de muito sério ocorreu. Por isso,  continuamos empenhados neste desafio, e para tal espero que a visita que  vou fazer ao Brasil para expor os nossos vinhos na Expovinis, em São  Paulo, entre os dias 26 e 28 de Abril, possam definitivamente abrir-nos  as portas do país dos nossos irmãos do outro lado do Atlântico.</p>
<p>Vamos ainda complementar a nossa visita à Expovinis participando nas  provas de vinhos que o <a class="aligncenter" title="IVDP Instituto Vinhos do Douro e Porto" href="http://www.ivdp.pt/index.asp">IVDP</a>está a organizar em São Paulo e Curitiba e  ainda com a organização de uma prova para um grupo de apreciadores de  vinho também em São Paulo, organizado pelo meu amigo Luiz Alberto do <a title="The Wine Hub" href="http://www.thewinehub.com/">The  Wine Hub</a> e pelo Marcelo Vieira do <a title="Meu Estúdio" href="http://www.meuestudio.com.br/">Meu Estúdio</a>.</p>
<p>Muitos dizem que o Brasil está a tornar-se muito arriscado em termos de  pagamentos e que a maioria dos importadores está já a representar  produtores portugueses. Mas ainda assim não vamos desistir. Alguém no  país das praias e do futebol deve estar à espera de um produtor como com  as nossas características. Brasil, aí vamos nóssssssssss!</p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Enhanced by Zemanta" href="http://www.zemanta.com/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none; float: right;" src="http://img.zemanta.com/zemified_e.png?x-id=7aece0d5-e0ad-4a1d-98db-784edc90dab2" alt="Enhanced by Zemanta" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"><script src="http://static.zemanta.com/readside/loader.js" type="text/javascript"></script></span></div></p>
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		<title>Um copo de vinho para ajudar a esquecer a economia</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 00:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oscar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos Portugal tem recebido mais cobertura da imprensa internacional do que aquela a que está habituado. E não é só para falar dos seus vinhos. Na verdade, trata-se de uma publicidade que ninguém deseja. A actual situação económica está a preocupar muitos em Portugal e no estrangeiro. Os portugueses estão preocupados com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2011/03/Recovery.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2408" title="Recovery" src="http://quevedoportwine.com/wp-content/uploads/2011/03/Recovery.jpg" alt="" width="322" height="280" /></a>Nos últimos tempos Portugal tem recebido mais cobertura da imprensa internacional do que aquela a que está habituado. E não é só para falar dos seus vinhos. Na verdade, trata-se de uma publicidade que ninguém deseja. A actual situação económica está a preocupar muitos em Portugal e no estrangeiro. Os portugueses estão preocupados com os empregos, com o poder de compra e consequentemente, com o nível de vida. Lá fora as preocupações devem-se sobretudo à possibilidade dos portugueses não pagarem os empréstimos contraídos.</p>
<p>As preocupações de ambas as partes são aceitáveis. A taxa de desemprego em Portugal continua a aumentar, <a title="Taxa de desemprego Portugal" href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/desemprego-portugal-zona-euro-eurostat-emprego-agencia-financeira/1236331-1730.html">mantendo em Janeiro o valor mais alto de sempre alcançado em Dezembro, nos 11.2%</a>. O PIB per capita divergiu assustadoramente da média da UE-15 na última década e o valor disponível para consumo também se reduziu devido a congelamentos salariais e a aumento de impostos. Tudo isto para que o Governo possa controlar umas contas que há duas décadas andam descontroladas.</p>
<p>Com o mercado nacional a sofrer as consequências de uma dura situação económica, torna-se ainda mais importante para as empresas portuguesas focarem-se nas exportações. É certo que alguns dos vizinhos e parceiros económicos, como Espanha, Itália ou França, não estão numa situação económica muito melhor que a portuguesa. Contudo, países como a Alemanha ou os EUA já estão a mostrar crescimentos sustentados, com uma procura interna sustentável.</p>
<p>De um ponto de vista extremamante egoísta, a actual situação económica portuguesa está a ajudar-nos a manter os custos baixo. Não há pressões salariais e os preços das matérias-primas como o vidro ou a cortiça não têm variado. Apenas o cartão parece estar a encarecer. Além disso, enquanto a chuva e o sol forem gratuitos o preço das nossas uvas não variará muito!</p>
<p>Dois anos depois de deixar o meu emprego no mundo das finanças, encontro uma situação económica mais débil, mas, por outro lado, o consumo de vinho no mundo aumentou. Parece que o vinho é um bom anti-recessivo!</p>
<p>Oscar</p>
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		<title>Acaba a apanha da azeitona e o delicioso azeite biológico já está feito</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:44:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poucos saberão que para além do amor da família por uvas, também gostamos muito de azeitonas. Tanto que cultivamos 20 hectares de oliveiras, os quais nos dão muito trabalho, uma vez que estão a ser tratados em regime de agricultura biológica. A parte boa é que as épocas de mais trabalho no olival não coincidem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><p><img class="alignleft" style="border: 0px;" src="http://farm6.static.flickr.com/5162/5369373741_97f016468c.jpg" border="0" alt="Last olives left in the trees, the harvest is over" width="500" height="333" />Poucos saberão que para além do amor da família por uvas, também gostamos muito de azeitonas. Tanto que cultivamos 20 hectares de oliveiras, os quais nos dão muito trabalho, uma vez que estão a ser tratados em regime de agricultura biológica. A parte boa é que as épocas de mais trabalho no olival não coincidem com os períodos de ponta na vinha. Julho é um mês de muito trabalho no olival porque por essa altura secam as ervas e aumenta enormemente o risco de incêndio. Também Dezembro e Janeiro são meses críticos para as oliveiras, já que é altura para colher a azeitona. E é precisamente isso que queria partilhar, o fim da colheita da azeitona! Fizemos um total de 4.112 litros de azeite, de um total de 21.478 kg de azeitonas.</p>
<p>As azeitonas na foto estão à espera de ser colhidas. Até ao inicio da década passada utilizávamos varas para bater e abanar os ramos e fazer a azeitona cair. Mas posteriormente adoptámos uma máquina vibradora para apanha da azeitona. Veja o vídeo sobre a <a title="Apanha azeitona vibrador" href="http://www.youtube.com/watch?v=JYzFqSFyTRM&amp;feature=&amp;p=8BBA4DBD86131590&amp;index=0&amp;playnext=1">apanha da azeitona com vibrador</a> se não sabe do que estou a falar.</p>
<div>Oscar</div></p>
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