No Porto, Arte e Cultura Deviam Ir Acompanhadas De Vinho do Porto, Não De Whisky
A Rua Miguel Bombarda, no centro do Porto, é conhecida por concentrar muitas galerias de arte. A pouco e pouco, ao longo da última década, casas e lojas antigas foram transformadas em espaços dedicados à arte, mas apenas ultimamente se tem investido mais na sua promoção e divulgação. Sinal disto é a decisão da Câmara Municipal do Porto adjudicar a requalificação da rua, tendo-se já iniciado as obras que incluem a transformação de parte da rua em zona pedonal.
Para aumentar o impacto mediático das inaugurações de novas exposições, as galerias organizaram-se e sincronizaram os seus calendários de exposições, que trocam a cada 2 meses. E é tal o sucesso que as inaugurações se tornaram um evento incontornável na vida cultural portuense, com espetáculos, animação de rua e performances, tudo num ambiente de festa e boa disposição. Para ajudar à promoção destes eventos, as galerias contam com os apoios da Porto Lazer e da conhecida marca de whisky The Famous Grouse, que assim se associa ao lado mais cosmopolita da cidade.
Ora, se mais não fosse pelo facto da Rua Miguel Bombarda ficar a escassos metros quer do Solar quer do Museu do Vinho do Porto, não seria esta uma boa oportunidade para se promover o Vinho do Porto na cidade que lhe dá o nome? De facto, tendo em conta o poder agregador que esta zona e estes eventos têm quer sobre os turistas quer sobre os jovens adultos tripeiros, esta seria uma excelente oportunidade para promover o Vinho do Porto junto de quem lhe pode garantir o consumo futuro.
Faria todo o sentido que o Instituto do Vinho do Porto apostasse neste tipo de divulgação de rua, onde se poderá estreitar a relação entre os consumidores e o Vinho, aproveitando também a associação positiva à arte e a bons momentos.
Espero que, em breve, o melhor que o Porto tem se volte a encontrar no Porto: vinho e arte, mais um casamento perfeito.
Bruno Pinto
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Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem.