Visita à fábrica da Amorim: o problema do sabor a rolha nos vinhos
Durante o fim-de-semana passado teve lugar em Lisboa a segunda edição da Conferência Europeia de Wine Bloggers. Tal como tinha acontecido no ano passado, diverti-me imenso, conheci muita gente e fartei-me de provar vinhos portugueses. Lá mais para o final da semana vou fazer outro post sobre a conferência.
O que quero mostrar agora é o vídeo que fiz quando visitei a fábrica da Amorim em Coruche, onde aprendi mais alguma coisa sobre o problema do TCA. Uma pequena percentagem, das garrafas com rolhas de cortiça vão sempre ter sabor a rolha. O TCA está em toda a parte, cerveja, plástico, água, fruta. E ainda que possa ser controlado, não pode ser eliminado. Por isso a Quevedo vai continuar a ter algumas garrafas com sabor a rolha. Sim, sem dúvida. Sei que não são notícias agradáveis mas preferimos que 2% ou 3% das nossas garrafas tenham este defeito do que utilizar rolhas de plástico, mais poluentes e sem capacidade para envelhecer os vinhos, característica fundamental nos Vinhos do Porto.
Mas isto sou eu a dizer e até já falei de rolha de cortiça para Vinho do Porto há uns tempos. O que é que pensa sobre a utilização de rolha de cortiça, rolha de plástico e tampa de enroscar nos seus vinhos preferidos?
Oscar
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Comments
Thank you Jeff. I totally agree with you, cork is cork. I hope you don’t get upset when you find a bottle of Quevedo Vintage 2007 corked. Well, first we have to do our job and put it in the US!!
same for me: no fun without the “plop” of a decent cork, before discovering the beauty hidden inside a glass bottle - and I hope, we’ll never see Port in Tetra Packs neither, arguing, that it’s CO2 saving, to transport them…
Thanks for your greetings on the Postcard from Lisboa, Oscar:-)!

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Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem. 
I would never ever go with plastic corks. Not only do they look ugly, feel cheap and leak!