O Que Deve Visitar no Porto
A cidade do Porto é conhecida por ter dado o nome ao Vinho do Porto, e é como uma varanda sobre Vila Nova de Gaia, o local onde antigamente se realizavam as provas que decidiam a declaração de um vintage e onde os melhores Vinhos do Porto envelheciam nas caves das tradicionais empresa do sector antes de serem comercializados. O Porto dá o nome enquanto Vila Nova de Gaia alberga as caves!
Gostava de vos apresentar alguns locais que considero não devem ser esquecidos numa visita de dois dias ao Porto e que vos irão surpreender.
Um bom ponto de partida é a zona da Boavista, onde podem visitar o mais recente e moderno espaço cultural da cidade: a Casa da Música. Seguindo pela Avenida da Boavista abaixo, chegamos aos Jardins e Museu de Serralves. Neste Museu podem encontrar fabulosas exposições de arte contemporânea portuguesa e internacional, e aproveitar para visitar também os seus magníficos jardins. Se visitarem o Museu até o dia 18 de Janeiro de 2009, terão a oportunidade de visitar a exposição do escultor espanhol Juan Muñoz, que tem uma escultura exposta na parte antiga da cidade, no Jardim da Cordoaria.
E já que estamos na Baixa, que tal uma visita a alguns dos monumentos mais marcantes do Porto, como a Torre dos Clérigos, a Igreja do Carmo, a Sé Catedral e o Teatro Nacional S. João (podem encontrar toda a informção necessária para uma visita à cidade no site do Porto Turismo). Não deixar também de passear pela Rua Miguel Bombarda e visitar algumas das suas galerias de arte.
À noite aconselho uma passagem pela Rua Galeria de Paris, novo local de encontro da malta jovem da cidade. Esta zona é conhecida pela sua faceta cosmopolita, sendo normal encontrar aqui pessoas de diversas nacionalidades que estão a trabalhar ou estudar na cidade e procuram algum divertimento.
No dia seguinte, e para terminar a visita da melhor forma, nada melhor do que um fim de tarde no Cais de Gaia, junto às tradicionais caves do Vinho do Porto. É o local ideal para desfrutar do pôr-do-sol reflectido no Rio Douro, acompanhado de amigos e de um Porto Quevedo.
Até breve,
Bruno Pinto
P.S. Há mais um sítio que recomendo que visite: Villar d’Allen. Pode ler mais sobre o sitio neste post sobre Villar d’Alen
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Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem.
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