Beber Vinho do Porto em restaurantes; margens demasiado altas?
Durante uma pesquisa sobre tendências de consumo no sector do Vinho do Porto, encontrei um artigo interessante no Restaurant Wine. O texto, apesar de escrito em 2005, revela conclusões interessante sobre o consumo de Vinho do Porto, defendendo que o Porto Tawny de maior qualidade é cada vez mais popular nos restaurantes norte-americanos. Questiono-me se esta tendência se alterou nos últimos anos. E em Portugal, como é que acha que evoluiu a oferta de Vinho do Porto nos restaurantes?
No centro e norte da Europa e EUA, regiões que representam mais de 90% do consumo de Vinho do Porto, é muito frequente encontrar nos restaurantes pelo menos um ou dois tipos de Vinho do Porto. Na verdade, arrisco-me a dizer que os bons restaurantes da Holanda, Bélgica, Reino Unido e até mesmo Dinamarca, têm uma oferta maior que os congéneres portugueses. Para um português não é difícil justificar isto, já que nós gostamos de tudo o que não é nacional; o whisky triunfa em qualquer parte do país.
Contudo, no mesmo artigo, poderá ler: “Os tawny de maior valor deveriam ter preços equivalentes aos restantes vinhos, não serem considerados como bebidas destiladas. Margens ridículas (mais de 4 vezes o custo) são a maneira mais segura de eliminar as vendas.” Isto é provavelmente verdade, ainda que eu não seja a pessoa mais adequada para falar sobre isso, uma vez que como produtor quero o meu vinho esteja sempre disponível ao preço mais baixo possível. Está aí alguém para defender os restaurantes?
Partilhe os seus hábitos, costuma beber Vinho do Porto nos restaurantes? E o seu consumo de Porto está a diminuir ou a aumentar? Segundo o IVDP as vendas de Vinho do Porto em 2010 estão com crescimentos superiores a 10%. Nada mau!
Oscar
If you enjoyed this post, please consider leaving a comment or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.
-
http://theportforum.com jeff
-
Gerwin de Graaf
-
http://www.ftlop.com Andy Velebil
-
Dries
-
http://theportforum.com jeff
-
Alex






Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem.