Provas com amigos e pelo meio uma revelação por digerir

Há duas semanas atrás, quando visitei Londres, participei numa prova de vinhos especial no Crusting Pipe. Foi organizada em conjunto com alguns amigos britânicos que conheci no ano passado no Douro, o Derek e o Alex. O vinho tem destes atractivos, facilmente junta um grupo de pessoas para falarem e divertirem-se. E eu diverti-me muito provando alguns Vinhos do Porto bem velhos, a grande maioria Colheitas, com os quais os britânicos não estão muito familiarizados. Na minha opinião quase todos os Portos se portaram bem, alguns deles muito interessantes. Esta era a lista de Colheitas:

- 1934 Dalva

- Imperial Hedges & Butler talvez da década de 1930 (garrafa da imagem)

- 1965 Krohn

- 1968 Niepoort

- 1975 Quevedo

- 1994 NiepoortImperial Hedges & Butler Port

Mas no final da prova, quando lhes pedi para fazermos este vídeo e partilharem o que tinham aprendido, nessa noite, 11 de Fevereiro, as respostas foram devastadoras. Não podia acreditar no que estava a ouvir…. Todos sabemos que os ingleses preferem Portos envelhecidos em garrafa em vez de Portos envelhecidos em madeira. Mas quer isso dizer que têm de por de parte Portos envelhecidos em carvalho?

Apesar de tudo, esta foi sem dúvida uma grande noite que terminou com uma cerveja (devido ao costumes escoceses…). e durante a qual fiz quatro novos amigos que partilham o gosto pelo Vinho do Porto: Muriel, Ben, Chris e Jacob. O que é que eu aprendi nessa noite? Estes encontros/ provas são óptimas oportunidades para ver os amigos e desfrutar de alguns copos de Vinho do Porto. E se me convidarem, eu vou tentar ir ;-)

Oscar

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  • http://www.vinixa.blogspot.com

    Óscar

    Não é a primeira vez que ouço que realmente os Ingleses gostam mais de vinhos envelhecidos em garrafa… No entanto e como tudo, acho que os colheitas também têm o seu espaço, quanto mais não seja pela sua própria “história” que nos faz voltar atrás no tempo… Quanto a todos os que provaste, conheço bem o Krohn 1965… imagina lá porquê?! Ainda lá tenho um restinho em casa… eh eh!

    Abraço

    Vítor