Vinhas no Parque Natural de Garraf - Catalunha
Aproveitando as minhas duas semanas de férias durante o mês de Agosto, e no período de cinco dias que estive na Catalunha (região autónoma no nordeste de Espanha) fiz um passeio pelo Parque Natural do Garraf. O objectivo era chegar até ao Museu Palau Novella, visitá-lo e conhecer a cultura que por ali se vive. Um desportista em forma poderia chegar até às profundezas do Parque em bicicleta (como havia alguns a fazê-lo). Mas para o comum dos mortais a única maneira de chegar era mesmo de carro, e dadas as condições da estrada, de preferência todo-o-terreno!
Iniciámos a viagem em Cubelles, uma simpática vila costeira a cerca de 50 minutos a sul da cidade de Barcelona. Decidimos entrar pela “porta sul” do parque, ou seja por Sitges – outra povoação costeira também a sul de Barcelona mas esta bem maior que Cubelles.
O caminho percorrido até ao nosso destino desde que deixámos Sitges foi todo em terra. Já ia cansado das condições do terreno (ainda por cima ia no banco de trás), o carro era duro e o calor apertava. Estava quase a adormecer. Até aqui tudo bem, não passa de um belo passeio de férias. Mas há alguma ralação com o mundo do vinho? Na verdade, sim. De repente vi videiras e o meu coração voltou a bater com força! Havia umas surpreendentes vinhas de uvas brancas de alguma casta que não identifiquei. As uvas ainda não estavam maduras, tinha uma cor verde intenso e os bagos ainda estavam duros. Imaginei que a vindima estava longe, não viria antes do início de Outubro. Por essa altura já nós devemos ter acabado a vindima na Quinta Vale D’Agodinho e na Quinta da Trovisca. Devemos estar a acabar a Quinta da Sra. do Rosário – é sempre a última a ser vindimada!
Foi uma grande surpresa, quando descobrimos este hectare de terreno plantado com vinhas em pleno parque natural! Entre pinheiros e arbustos rasteiros e a secura de um Verão austero, a meia dúzia de quilómetros do Mediterrâneo, criava-se um vinho branco que um dia gostaria de provar!! Vai ser difícil porque não consegui saber que vitivinicultor da Denominação de Origem de Penedés tem as suas vinhas em pleno parque natural, mais vou continuar a procura! Entretanto, fica a lembrança na minha memoria como o meu amor do Verão 2008!
Óscar Quevedo
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Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem. 
Wow. Those are captivating pictures. I wonder how electrifying the experience would be once I get to experience the ambiance of that place personally. Such a fresh and scenic place to spend vacation with the family.