O que vem à Cabeça Quando se fala dos Açores?
Quando alguém fala em Açores eu penso em terrenos verdes, vacas, leite, praias azuis de areia preta, bananas e ananases, massa sovada e bolo lêvedo e FAMÍLIA! Sim, tenho família em São Miguel, a maior e mais desenvolvida das nove ilhas do arquipélago. Só Santa Maria não é de origem exclusivamente vulcânica, estando também recifes na base da sua formação. Todas as outras, Flores, Corvo, Terceira, Graciosa, Faial, Pico, São Jorge e São Miguel, são de origem vulcânica.
A primeira vez que visitei São Miguel tinha 4 ou 5 anos, não sei exactamente. Com todo o entusiasmo da viagem, durante a qual teria a companhia da minha irmã e primos, enquanto tomava banho no dia anterior à partida, escorreguei e parti a cabeça. Quando ia a caminho do centro de saúde só pensava que não me iam deixar embarcar de cabeça partida!!!
Há duas semanas atrás revisitei São Miguel. Ainda me recordava de alguns sítios: a praia de areia preta ao fundo da casa do meu tio; as bananeiras; estufas de ananás (onde se podem comer os melhores ananases); a vila das Furnas onde durante a minha primeira visita à ilha cozinhámos o típico cozido nas caldeiras. Nas Furnas há muitas zonas de água quente, uma enorme piscina natural de águas termais.
Foram uns belos dias passados em São Miguel na companhia dos meus tios, da parte do meu pai: a sua irmã Maria do Céu e o seu cunhado Mário; os meus primos André e Joana e os mais recentes primos Susana e Paulo. Ah, e claro, os dois filhos de cada um dos casais, Maria e Afonso! Quero voltar e quero que vá! Não se arrependerá! Click aqui para ver mais fotografias.
Trouxe comigo uma garrafa de um vinho branco do Pico. Foi a primeira vez que provei um vinho desta ilha, de marca Frei Gigante da colheita de 2007, cor palha cm tonalidades dourado, aromas a pão tostado, ligeiramente oxidado. Na boca é suave e com um final ligeiramente doce.
Finalmente, de que se lembra quando falamos dos Açores?
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Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem.