Visita à fábrica da Amorim: o problema do sabor a rolha nos vinhos
Durante o fim-de-semana passado teve lugar em Lisboa a segunda edição da Conferência Europeia de Wine Bloggers. Tal como tinha acontecido no ano passado, diverti-me imenso, conheci muita gente e fartei-me de provar vinhos portugueses. Lá mais para o final da semana vou fazer outro post sobre a conferência.
O que quero mostrar agora é o vídeo que fiz quando visitei a fábrica da Amorim em Coruche, onde aprendi mais alguma coisa sobre o problema do TCA. Uma pequena percentagem, das garrafas com rolhas de cortiça vão sempre ter sabor a rolha. O TCA está em toda a parte, cerveja, plástico, água, fruta. E ainda que possa ser controlado, não pode ser eliminado. Por isso a Quevedo vai continuar a ter algumas garrafas com sabor a rolha. Sim, sem dúvida. Sei que não são notícias agradáveis mas preferimos que 2% ou 3% das nossas garrafas tenham este defeito do que utilizar rolhas de plástico, mais poluentes e sem capacidade para envelhecer os vinhos, característica fundamental nos Vinhos do Porto.
Mas isto sou eu a dizer e até já falei de rolha de cortiça para Vinho do Porto há uns tempos. O que é que pensa sobre a utilização de rolha de cortiça, rolha de plástico e tampa de enroscar nos seus vinhos preferidos?
Oscar
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