Who is Oscar Quevedo?

Quase três meses depois de termos começado a escrever no nosso blog, talvez seja hora de falar um pouco de mim. Devo começar por dizer que os meus pais decidiram dar-me um nome igual ao do meu pai. Quer isto dizer que ambos nos chamamos Oscar Quevedo, e como não é difícil imaginar, é recorrente haver alguma confusão com as pessoas que nos contactam, pensando estas que estão a falar com um de nós quando na verdade estão a falar com o outro.

Confusões à parte, eu sou o Oscar, nasci em 1983 em Viseu, cidade em que os meus pais e a minha irmã viveram antes de eu ter nascido. Mas a minha verdadeira terra é S. João da Pesqueira, como nós aqui gostamos de dizer, o coração do Douro. A minha infância foi passada por aqui, entre videiras e pipas onde os meus pais, os meu avós e os meus bisavós têm feito Vinho do Porto.

Em 2001 iniciei os estudos universitários na Faculdade de Economia do Porto. Terminei o curso em 2005, altura em que comecei a minha carreira profissional em fianças, no BPI. Um ano depois continuei em finanças mas na Suíça e actualmente estou em e em 2007 fui para Madrid, onde residi até 2009. (actualizado em Junho de 2009).

Os cinco anos que vivi no Porto representam realmente um período especial da minha vida, durante o qual vivi belas experiências que recordo com saudade. Tive a oportunidade fazer grandes amigos (os companheiros de blog Bruno e o Pedro são um pequeno exemplo).

The Douro river from Quinta Vale D'AgodinhoMas a vida universitária também se destacou porque foi durante esse período que comecei a conhecer e perceber com maior profundidade o negócio da minha família. Apercebi-me que os vinhos não são só um belo romance escrito com palavras bonitas. Há muito drama à mistura, sofrimento e esforço. Foi também durante estes anos que comecei a beber vinho com mais frequência e a descobrir os diferentes aromas e sensações. Até então só provava vinho em situações verdadeiramente especiais

Foram duas belas descobertas, vinho e economia! A mais dura das descobertas foi sentir as saudades do Douro. Faltavam-me as caminhadas pelas vinhas ou os passeios em bicicleta vale acima e vale abaixo. Ainda hoje é difícil para mim passar mais de um ou dois fins-de-semana sem ir à minha vila. Os meus amigos dizem que adoro o Douro porque não vivo lá. Bem, um dia veremos quem tem razão!

Oscar Quevedo