Vindima Deve Começar Uma Semana Mais Tarde Que em 2007
Estamos a chegar à época das vindamas e nesta altura o controlo de maturação é muito importante para definir a data da vindima e para determinar a ordem de colheita nas diferentes parcelas.
Fizemos controlos de maturação na Quinta da Alegria e na Quinta das Olgas. Na 1ª a recolha foi feita no dia 29 de Agosto, e a parte mais alta da quinta tinha 11,5 º Bé, na parte baixa deu 12,1 º Bé, na mesma quinta mas em 23 de Agosto de 2007 a parte mais alta já tinha 12,5 º Bé e a parte mais baixa tinha 12,8 º Bé. Na Quinta das Olgas o controlo de maturação foi feito no dia 2 de Setembro, e a parcela Vale do Nedo já tinha 13,0º Bé, o Barroso 13,2 º Bé e a parcela Olgas tinha 11,7 º Bé, no ano passado o teste foi feito no dia 30 de Agosto e o Vale do Nedo tinha 12,4 º Bé, o Barroso tinha 13,1 º Bé e as Olgas tinham 12,0 º Bé.
A maturação no ano passado estava mais adiantada. Este ano, como o tempo vai muito irregular, temos que aguardar e continuar a fazer controlo de maturação para podermos definir uma data mais precisa para o início da vindima. Ainda hoje caíram uns chuviscos en S. João da Pesqueira e a previsão para os próximos dois dias é de chuva.
Em 2007 iniciámos a vindima na Quinta das Olgas e na Quinta da Alegria dia 3 de Setembro. Vindimámos as duas ao mesmo tempo porque estavam as duas com maturações semelhantes e porque também havia muita mão de obra disponível, uma vez que estávamos no início do mês de Setembro e quase não haviam vindimas. As uvas entraram com boas graduações e com boa acidez dando mostos muito equilibrados. As uvas da Quinta das Olgas entraram com valores entre os 13,5 º Bé e os 14,0 º Bé, as graduações da Quinta da Alegria foram entre os 13,0 º Bé e os 13,8 º Bé.
Para já vamos aguardar mais três ou quatro dias e entretanto esperar que as condições meteorológico nos ajudem esta altura.
Cláudia Quevedo
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Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem. 
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