Os Vinhos
A produção de vinho é também uma espécie de arte. O enólogo procura representar a paisagem, a essência das origens e as características das uvas, bem como os seus próprios sentimentos. Neste processo criativo, trabalha para alcançar o que considera ser um equilibrado, elegante e, em muitos casos, vinho com potencial de envelhecimento. Não é fácil agradar a todos os que o bebem, mas não há unanimidade na arte.
Na Quevedo, achamos que é um desafio interpretar o que o consumidor gosta e, ao mesmo tempo, manter a lealdade ao que achamos que um vinho se deve assemelhar.
O leitor destas palavras é o grande crítico dos nossos vinhos e é para si que os fazemos. Não guarde os seus comentários, partilhe-os connosco e diga ao mundo do que gosta nos nossos vinhos!






Em 1991 Quevedo fez-se marca, sucedendo a gerações de dedicada paixão pela vinha e pelo vinho. Desde então fundámos a nossa estratégia na sabedoria dessa tradição. Assim, para garantirmos as melhores uvas ano após ano, começámos por estender as nossas vinhas até aos 100 hectares que hoje cultivamos nas férteis regiões de Cima-Corgo e Douro Superior; e para honrarmos (ou dignificarmos) o seu incomparável sabor, ampliámos e equipámos a adega com tecnologia vinícola de ponta, sob a direcção da enóloga da família, a Cláudia. O resultado são vinhos que sabem ao xisto onde nasceram, ao sol que os amadureceu, à gente que os colheu. Com mais de um século de vida dedicada ao vinho, Quevedo é muito mais que uma marca, é uma família que vive para o vinho e se orgulha de oferecer ao mundo o melhor que o Douro tem.